Transtornos alimentares · São Caetano do Sul · presencial e online
Transtorno alimentar não é frescura nem fase. É um quadro clínico que tem tratamento.
A relação com a comida virou um campo de tensão. Pensamentos sobre comer, sobre as refeições e sobre o corpo ocupam boa parte do dia. Pode ser anorexia, bulimia, compulsão alimentar ou fome emocional. A psiquiatria cuida do quadro clínico e das condições associadas, a psicologia acompanha a relação com a comida. Presencial em São Caetano do Sul ou por videochamada.

01 · O que é
Quando a relação com a comida vira sofrimento.
Transtorno alimentar é um conjunto de condições que perturbam a relação da pessoa com a comida, com o corpo e com os rituais das refeições. Não é frescura, escolha consciente nem fase passageira. São quadros reconhecidos pela psiquiatria e pela psicologia, com critérios clínicos claros e com impacto real no dia a dia, nos vínculos e na saúde.
Os tipos mais comuns têm traços distintos. Na anorexia, há restrição intensa da comida e uma percepção distorcida do próprio corpo. A bulimia se organiza em ciclos de episódios de comer descontrolado seguidos de compensação. A compulsão alimentar é o comer sem controle, sem a compensação depois. E a fome emocional é comer para aliviar a ansiedade, a tristeza ou o tédio, não a fome do corpo.
Há uma diferença entre uma dieta restritiva de alguns meses e um transtorno instalado. O que define o quadro clínico é a duração, a intensidade do sofrimento e o quanto a comida passou a ditar a rotina e as relações. Quando o pensamento sobre comer ocupa o dia e os rituais organizam a agenda, é hora de investigar.
02 · Sinais
Sinais que costumam passar despercebidos.
Na relação com a comida
- Pensamentos sobre comida e refeições ocupam grande parte do dia
- Regras rígidas sobre o que pode e o que não pode comer
- Ansiedade intensa quando a rotina alimentar é quebrada
- Comer escondido, por vergonha da quantidade
- Episódios de comer sem conseguir parar
- Culpa forte depois de comer
No comportamento e no humor
- Humor que oscila conforme o que comeu ou deixou de comer
- Evitar refeições sociais, almoços de família, saídas com amigos
- Isolamento e irritação quando o assunto é comida
- Negação do problema, mesmo diante da preocupação de quem está perto
- Ansiedade e sintomas de depressão que caminham junto
- Cansaço e queda de rendimento no dia a dia
Esses quadros se instalam devagar, e a naturalização do sofrimento faz parte do mecanismo. Se pessoas próximas já demonstraram preocupação, vale ouvir.
03 · Como tratamos
O método em quatro pontos.
- 01
Psiquiatria e psicologia trabalhando juntas
O quadro alimentar quase nunca vem sozinho. O psiquiatra cuida do diagnóstico e das condições associadas, a psicóloga acompanha a relação com a comida e a emoção por trás dela. Os dois conversam entre si.
- 02
Foco no que sustenta o padrão, não no peso
O trabalho não gira em torno da balança. Gira em torno da emoção, do controle e da história que sustentam o comportamento alimentar.
- 03
Mapeamento das condições associadas
Depressão, ansiedade e TOC aparecem com frequência junto do quadro alimentar. A avaliação psiquiátrica investiga cada uma, porque tratar só o sintoma alimentar não basta.
- 04
Diálogo com nutrição e outras especialidades
Quando o caso pede, o acompanhamento se articula com nutricionista e endocrinologista. Presencial em São Caetano do Sul ou por videochamada.
04 · Equipe
Psiquiatria e psicologia, juntas.
As psiquiatras cuidam do quadro clínico e das condições associadas. A psicóloga que trabalha a relação com a comida acompanha a emoção por trás do comportamento alimentar.
PsiquiatriaDra. Tamara Saba
Psiquiatra
Atende os quadros psiquiátricos que acompanham os transtornos alimentares em mulheres, como ansiedade e depressão.
Ver perfil
PsiquiatriaDra. Amanda Bragatto
Médica · pós-graduada em psiquiatria
Atende as condições psiquiátricas associadas ao transtorno alimentar na saúde mental da mulher, do ciclo hormonal ao humor.
Ver perfil
PsiquiatriaDr. Thiago Dias
Psiquiatra · diretor técnico
Atende o quadro psiquiátrico ligado ao transtorno alimentar em adultos, com atenção às comorbidades de humor e ansiedade.
Ver perfil
PsicologiaDra. Maria Rosa Bazan
Psicóloga
Acompanha em psicoterapia a relação com a comida e a emoção por trás do comportamento: anorexia, bulimia, compulsão e fome emocional. Trabalha o que sustenta o padrão, não o peso da balança.
Ver perfil
Depoimento · paciente em acompanhamento
Atendimento maravilhoso da Dra. Amanda Bragatto mudou a minha vida.
05 · Perguntas comuns
Cinco perguntas que escutamos toda semana.
Não. O peso do corpo não define o diagnóstico. Compulsão alimentar, bulimia e fome emocional acontecem em pessoas de qualquer corpo. O que define o quadro é o sofrimento, a perda de controle e o quanto a comida passou a organizar a vida, não a aparência.
Na maioria dos casos, sim. O transtorno alimentar quase sempre vem com outra camada, como ansiedade, depressão ou TOC. O psiquiatra cuida do diagnóstico e das condições associadas, a psicóloga trabalha a relação com a comida e a emoção. Os dois se articulam. Em quadros mais leves, uma frente pode bastar, e a primeira consulta define isso.
A vergonha faz parte do quadro e costuma adiar a busca por ajuda por muito tempo. A consulta não é para julgar o que você come ou deixa de comer. É para entender o que sustenta o padrão, com escuta e sem cobrança. Você conduz o ritmo do que quer contar.
Sim. Por videochamada, com a mesma duração da consulta presencial. A receita, quando há, é digital e aceita pelas farmácias do Brasil, conforme as regras de telemedicina do CFM.
Não. O objetivo do acompanhamento não é um número na balança. É a relação com a comida e o sofrimento em volta dela. Quando o peso precisa entrar na conta por risco à saúde, isso é feito em diálogo com nutrição e outras especialidades, não como meta central do cuidado.
Marcar consulta
Falar sobre isso já é um começo.
WhatsApp ou telefone, a escolha é sua. Presencial em São Caetano do Sul ou online para qualquer cidade do Brasil. Atendimento particular, com recibo para reembolso pelo plano de saúde. Você conduz o ritmo.
