Esquizofrenia · São Caetano do Sul · presencial e online
Esquizofrenia não é sentença. É quadro clínico com medicação, plano familiar e retorno possível.
Quando o pensamento sai do trilho, quando vozes aparecem, quando a realidade se distorce, a primeira consulta é o que separa diagnóstico correto de mais anos no escuro. Atendemos esquizofrenia com investigação cuidadosa, antipsicótico caso a caso, plano familiar estruturado e acompanhamento prolongado.

01 · O que é
Quando a realidade se distorce.
Esquizofrenia não é ter duas personalidades, como muita gente acha. É um quadro em que a pessoa começa a interpretar a realidade de forma diferente, com pensamentos que tomam força e parecem fatos, sensações que ninguém mais sente, e um afastamento gradual do mundo de fora. A intensidade varia. A pessoa permanece.
Quem chega ao consultório, em geral acompanhado pela família, descreve um padrão. Começou aos poucos, com isolamento, fala estranha, dificuldade na escola ou no trabalho, talvez algumas crenças que destoavam. Em algum momento veio o primeiro episódio mais nítido: ouvir vozes, sentir que está sendo seguido, falar com pessoas que não estão ali. Entre crises, a pessoa pode parecer apática, distante, sem vontade. Isso também é parte do quadro.
Esquizofrenia tem critérios médicos pelo DSM-5 e pela CID-11. Tem tratamento com medicação antipsicótica e psicoterapia de apoio. Tem prognóstico melhor quanto mais cedo o diagnóstico chega: intervenção no primeiro episódio reduz risco de recaída e preserva mais função. A maioria das pessoas com esquizofrenia, com tratamento, vive em casa, mantém relações e tem rotina.
02 · Sintomas
Os dois grupos de sintomas pelo DSM-5.
Sintomas positivos (acrescentados ao funcionamento)
- Alucinações: ouvir vozes, ver coisas, sentir cheiros ou toques sem fonte real
- Delírios: crenças firmes que não correspondem à realidade (ser perseguido, ter missão especial, ser controlado)
- Pensamento desorganizado, fala que muda de assunto sem conectar
- Comportamento desorganizado ou agitado em fase aguda
- Reações emocionais que não se ajustam ao contexto
Sintomas negativos (perda de funcionamento)
- Apatia, falta de iniciativa, sensação de estar fora do dia
- Achatamento emocional, expressão facial reduzida
- Isolamento social, perda de interesse em hobbies e relações
- Pobreza de fala, respostas curtas, dificuldade de seguir conversa
- Queda no rendimento na escola, no trabalho ou nos cuidados pessoais
Os sintomas positivos costumam chamar mais atenção. Os negativos atrapalham mais o dia a dia entre crises. Tratamento completo aborda os dois.
03 · Como tratamos
O método em quatro pontos.
- 01
1 hora por consulta
Tempo para investigação clínica, história de surto, uso de substâncias e contexto familiar. Diagnóstico de esquizofrenia pede observação prolongada e descarte de outros quadros que se parecem.
- 02
Diagnóstico diferencial cuidadoso
Esquizofrenia se confunde com transtorno bipolar com sintomas psicóticos, com depressão grave psicótica e com surto induzido por substâncias. A primeira consulta separa esses para evitar tratamento errado, e o acompanhamento confirma o diagnóstico ao longo dos primeiros meses.
- 03
Antipsicótico caso a caso
Risperidona, olanzapina, quetiapina, aripiprazol são opções de primeira linha. Clozapina entra em casos que não respondem aos primeiros. A escolha considera perfil de efeitos, idade, comorbidades e preferência informada. Receita é decisão técnica.
- 04
Família como parte do plano
Esquizofrenia é um quadro em que a família participa do tratamento: observa sinais de recaída, ajuda na adesão à medicação, organiza rotina. A primeira consulta inclui orientação familiar quando o paciente concorda, e a continuidade é parte do método.
04 · Equipe
Dez profissionais que atendem esquizofrenia no Instituto.
Diagnóstico, medicação, psicoterapia de apoio e orientação familiar.
PsiquiatriaDr. Thiago Dias
Psiquiatra · diretor técnico
Atende esquizofrenia em adultos, com prática em primeiro episódio e diagnóstico diferencial complexo.
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PsiquiatriaDra. Camilla Alves
Médica pós-graduada em psiquiatria
Atende esquizofrenia em adultos e adolescentes, com atenção ao início precoce.
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PsiquiatriaDra. Tamara Saba
Psiquiatra
Atende esquizofrenia em adultos e idosos, com prática em quadros de início tardio.
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PsiquiatriaDr. Rodrigo Rocha
Psiquiatra
Atende esquizofrenia em adultos, com prática em perícia médica psiquiátrica e laudo formal.
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PsiquiatriaDra. Amanda Bragatto
Médica · pós-graduada em psiquiatria
Atende esquizofrenia em mulheres, com atenção a fases hormonais.
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PsiquiatriaDr. William Gilioti
Médico · pós-graduado em psiquiatria
Atende esquizofrenia em adultos, com a lente de acompanhamento prolongado da medicina de família.
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PsicologiaDr. Georges Mantchouk Neto
Psicólogo
Atende esquizofrenia em adultos por psicoterapia de apoio.
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PsicologiaDra. Janaína Lopes
Psicóloga
Atende esquizofrenia em adultos, em psicoterapia clínica de apoio.
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PsicologiaDra. Maria Rosa Bazan
Psicóloga
Atende esquizofrenia em adultos.
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PsicologiaDr. Ricardo Ferreira
Psicólogo · neuropsicologia
Avalia cognitivamente pacientes com esquizofrenia quando há queixa de função executiva, com avaliação neuropsicológica.
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Depoimento · paciente em acompanhamento
Minha mãe é paciente do Dr. Thiago. Um psiquiatra sensacional, humano, carinhoso, disponível e eficiente no tratamento. Recomendo demais.
05 · Perguntas comuns
Cinco perguntas que escutamos toda semana.
Sim. Por videochamada, com a mesma duração da consulta presencial. A receita é digital e aceita pelas farmácias do Brasil, conforme as regras de telemedicina do CFM. Em quadros de esquizofrenia em fase aguda, a primeira consulta presencial costuma ser mais indicada.
A maioria das pessoas com esquizofrenia bem tratada vive em casa, mantém relações e tem rotina. Os sintomas perdem força com a medicação e a psicoterapia de apoio, e a vida funcional é o resultado esperado do tratamento. A retirada da medicação costuma trazer recaída em meses, por isso o acompanhamento é prolongado, mas isso não impede uma vida plena.
Os dois podem ter alucinações e delírios. O que muda é o pano de fundo. No bipolar, os sintomas psicóticos aparecem dentro de uma fase de mania ou de depressão grave, e somem quando o humor estabiliza. Na esquizofrenia, os sintomas persistem mesmo fora de fases de humor alteradas. A primeira consulta investiga a história ao longo do tempo para separar os dois.
Sim, em grande parte dos casos. Estudos mostram que uma parcela significativa das pessoas com esquizofrenia bem tratada vive em casa, trabalha, mantém relações afetivas, com graus diferentes de função preservada. O ponto crítico é a adesão à medicação e a rede de apoio familiar.
A família observa sinais de recaída antes que o paciente perceba, ajuda na adesão à medicação, mantém rotina estável e participa de orientações periódicas com o psiquiatra. Em alguns casos, terapia familiar entra como parte do plano. A família não substitui o tratamento, mas é peça central dele.
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Quanto mais cedo, melhor o prognóstico.
WhatsApp ou telefone, a escolha é sua. Presencial em São Caetano do Sul ou online para qualquer cidade do Brasil. Atendimento particular, com recibo para reembolso pelo plano de saúde. Encaixe rápido para casos de primeiro episódio.
