TDAH não é preguiça. É um ritmo cerebral diferente, com avaliação e tratamento definidos.
Você esquece tarefas importantes, perde o fio em reuniões, começa cinco coisas e termina uma. Atendemos TDAH em crianças, adolescentes e adultos, com investigação clínica, avaliação neuropsicológica quando o caso pede, e plano de tratamento ajustado caso a caso.
9Anos de prática clínicaEm São Caetano, desde 2017.
3Idades atendidasCrianças, adolescentes e adultos, com avaliação neuropsicológica.
O que é
Quando o cérebro tem outro ritmo.
Atenção, organização e regulação de impulsos funcionam diferente em cada pessoa. Para algumas, o cérebro mantém foco por longos períodos com facilidade. Para outras, o sistema atencional opera em ritmo diferente: alterna períodos de hiperfoco com períodos de dispersão completa.
Quem chega ao consultório descreve coisas parecidas. Adultos contam que sempre acharam que eram preguiçosos ou desorganizados, mas só descobriram TDAH depois dos 30, quando a vida ficou complexa demais para compensar. Pais relatam que o filho não termina tarefas, esquece o material, fica agitado em sala. Em todos os casos, o sofrimento vem de tentar funcionar em um ritmo que não é o seu.
Quando essas dificuldades atrapalham estudo, trabalho, relações ou autoestima de forma consistente, é hora de investigar. Tem critérios médicos definidos. Tem avaliação cuidadosa para diferenciar TDAH de ansiedade, depressão e bipolar, que costumam imitar o quadro. E tem tratamento que devolve foco, organização e capacidade de terminar projetos, em medicação, psicoterapia e ajuste do ambiente.
Sintomas
Os dois polos do TDAH.
Sinais de desatenção
Difícil manter foco em tarefas demoradas ou pouco estimulantes
Esquecimento frequente de compromissos, prazos, objetos pessoais
Dificuldade de organização: mesa, agenda, dinheiro
Procrastinação crônica, mesmo em coisas importantes
Erros por descuido em coisas que conhece bem
Cansaço mental pelo esforço constante de manter-se concentrado
Sinais de hiperatividade e impulsividade
Inquietação interna, sensação de estar sempre ligado
Falar demais, interromper, completar frases dos outros
Dificuldade de esperar em fila ou em conversa
Decisões impulsivas em compras, mudanças, relações, com arrependimento depois
Mexer mãos e pés sem perceber, dificuldade de ficar parado
Em crianças, correr sem propósito aparente, subir em móveis, agitação geral
O TDAH pode aparecer mais em desatenção, mais em hiperatividade, ou nos dois. O diagnóstico considera a combinação e a intensidade, sempre comparada ao esperado para a idade.
Como tratamos
O método em quatro pontos.
01
1 hora por consulta
Tempo para a história clínica desde a infância. TDAH é quadro de neurodesenvolvimento, e a investigação puxa para trás. Adultos costumam descobrir o diagnóstico depois dos 30, quando a vida fica complexa demais para compensar.
02
Avaliação neuropsicológica disponível
Quando a apresentação é ambígua, o Dr. Ricardo Ferreira conduz avaliação neuropsicológica e emite laudo formal para uso escolar, profissional ou clínico. Ajuda a diferenciar TDAH de ansiedade, depressão e bipolar, que costumam imitar o quadro.
03
Medicação caso a caso
Metilfenidato e atomoxetina têm eficácia documentada para TDAH. A indicação considera idade, comorbidades e contexto. Receita é decisão técnica, não rotina.
04
Atendemos crianças, adolescentes e adultos
Dra. Camilla Alves e Dra. Tamara Saba conduzem o atendimento pediátrico. Em adultos, os 6 psiquiatras e 4 psicólogos da equipe atendem TDAH, com perfis clínicos diferentes para você escolher.
Equipe
Dez profissionais que atendem TDAH no Instituto.
Pediatria com Camilla e Tamara. Adultos com toda a equipe.
Sempre tive muito receio de psiquiatras, mas a Dra. Tamara me deixou super à vontade desde o primeiro contato. O tratamento ainda está em andamento, mas já sinto diferença.
Perguntas comuns
Cinco perguntas que escutamos toda semana.
Sim. Por videochamada, com a mesma duração da consulta presencial. A receita é digital e aceita pelas farmácias do Brasil, conforme as regras de telemedicina do CFM.
Por consulta clínica, com história desde a infância, escalas validadas e, quando o caso pede, avaliação neuropsicológica para confirmar. Não existe exame de sangue ou de imagem que feche o diagnóstico sozinho. O critério é clínico, com referência ao DSM-5. Quando os sintomas começaram na infância, persistem por mais de seis meses e atrapalham mais de uma área da vida, o quadro entra em investigação.
Não necessariamente. Algumas pessoas usam medicação em fases mais exigentes da vida, como faculdade, novo trabalho ou projeto longo, e suspendem em fases mais estáveis. Outras se beneficiam de uso contínuo por anos. O ajuste é caso a caso, com reavaliação semestral. Ritalina é o nome comercial do metilfenidato, e existem outras opções, como atomoxetina e lisdexanfetamina (Venvanse).
Sim e não. O quadro é o mesmo, mas a apresentação muda com a idade. Na infância, costuma aparecer mais hiperatividade visível, com a criança correndo, subindo, interrompendo. No adulto, a hiperatividade vira inquietação interna, e a desatenção aparece mais na vida prática, com esquecimento, procrastinação e dificuldade de organização. Por isso muitos adultos só descobrem o diagnóstico depois dos 30.
Bem tratado, TDAH para de atrapalhar o dia. Muitos adultos relatam que, no tratamento, recuperam capacidade de terminar projetos, manter relacionamentos, dormir de verdade e finalmente ter o controle do tempo que sempre quiseram. TDAH é parte de como o cérebro funciona desde a infância, e em muitos casos o uso de medicação se torna intermitente ao longo do tempo, conforme a fase de vida.
TDAH não some. Mas com método, para de atrapalhar.
WhatsApp ou telefone, a escolha é sua. Presencial em São Caetano do Sul ou online para qualquer cidade do Brasil. Atendimento particular, com recibo para reembolso pelo plano de saúde.