Borderline · São Caetano do Sul · presencial e online
Borderline não é manipulação. É um padrão de regulação emocional, com critérios clínicos e tratamento.
Você tem reações intensas que parecem desproporcionais até pra você, vínculos que oscilam entre idealização e ruptura, e momentos de impulsividade que depois doem. Atendemos transtorno de personalidade borderline com diagnóstico cuidadoso, psicoterapia de orientação dialética e medicação para sintomas quando indicada. A equipe fica.

01 · O que é
Quando as emoções vêm em volume alto.
Sentir muito faz parte do funcionamento humano. Quem desenvolve borderline sente em volume alto, e o volume não tem botão de controle. Uma decepção pequena vira crise. Uma alegria boa vira euforia. Uma briga banal vira fim. A intensidade não é exagero. É como o sistema emocional dessa pessoa funciona.
Quem chega ao consultório descreve um padrão parecido. Os vínculos oscilam: hoje a pessoa é tudo, amanhã é nada. A sensação interna de quem você é muda conforme com quem você está. A impulsividade aparece em compras, comidas, sexo, álcool, gastos ou cortes. Acompanha esse padrão um medo profundo de abandono e a sensação crônica de vazio. Os dias bons existem. Os ruins assustam.
Vira diagnóstico quando esse padrão é estável desde a adolescência ou início da vida adulta, aparece em várias áreas da vida e atrapalha trabalho, relações ou autocuidado. Tem critérios médicos pelo DSM-5. Tem tratamento documentado: terapia comportamental dialética (DBT) é a primeira linha. Medicação trata sintomas associados. E tem prognóstico bom quando o tratamento é seguido por anos.
02 · Sintomas
Os dois eixos do borderline.
Sinais no humor e nas relações
- Reações emocionais intensas e duradouras a fatos pequenos
- Idealizar e desvalorizar a mesma pessoa em poucas horas
- Medo intenso de abandono, real ou imaginado
- Sensação crônica de vazio, mesmo cercado de pessoas
- Identidade instável (não sei quem sou, muda com quem estou)
- Episódios depressivos ou irritabilidade que duram horas a poucos dias
Sinais de impulsividade e comportamento de risco
- Decisões impulsivas em sexo, dinheiro, dieta, álcool ou substâncias
- Brigas, rompimentos ou mudanças bruscas em relações
- Pensamentos ou tentativas de autoagressão, em casos mais graves
- Acessos de raiva que surpreendem você mesmo
- Sensação de desconexão (estar de fora do próprio corpo, em momentos de estresse)
- Mudança rápida de plano de vida (cursos, profissões, mudanças de cidade)
Borderline tem o estigma de ser difícil de tratar. Na prática, é um quadro com bom prognóstico quando o paciente encontra equipe estável e dispõe de tempo para o processo.
03 · Como tratamos
O método em quatro pontos.
- 01
1 hora por consulta
Tempo para a história desde a adolescência. Borderline é diagnóstico que pede padrão estável ao longo do tempo, não episódio isolado.
- 02
Diagnóstico diferencial cuidadoso
Borderline se confunde com bipolar tipo II, com depressão recorrente e com TDAH em mulheres adultas. A primeira consulta separa esses três para evitar tratamento errado.
- 03
Psicoterapia como pilar central
Terapia comportamental dialética (DBT) tem eficácia clínica para borderline, com redução de impulsividade, autoagressão e instabilidade emocional. Os psicólogos da equipe conduzem o processo, em sessões semanais com plano de trabalho explícito.
- 04
A equipe fica
Borderline tem fama de afastar profissional. No Instituto, a regra interna é a manutenção do vínculo terapêutico, mesmo nos dias difíceis. A continuidade é parte do tratamento, e o paciente é avisado disso desde a primeira consulta.
04 · Equipe
Dez profissionais que atendem borderline no Instituto.
Diagnóstico, plano e vínculo de longo prazo.
PsiquiatriaDr. Thiago Dias
Psiquiatra · diretor técnico
Atende borderline em adultos, com prática em diagnóstico diferencial complexo.
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PsiquiatriaDra. Camilla Alves
Médica pós-graduada em psiquiatria
Atende borderline em adultos e adolescentes.
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PsiquiatriaDra. Tamara Saba
Psiquiatra
Atende borderline em adultos, com prática em manejo de impulsividade.
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PsiquiatriaDr. Rodrigo Rocha
Psiquiatra
Atende borderline em adultos.
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PsiquiatriaDra. Amanda Bragatto
Médica · pós-graduada em psiquiatria
Atende borderline em mulheres, com atenção ao agravamento em fases hormonais e ao diagnóstico diferencial com TPM grave.
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PsiquiatriaDr. William Gilioti
Médico · pós-graduado em psiquiatria
Atende borderline em adultos, com a lente de acompanhamento prolongado da medicina de família.
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PsicologiaDr. Georges Mantchouk Neto
Psicólogo
Atende borderline em adultos por terapia integrativa com elementos de DBT.
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PsicologiaDra. Janaína Lopes
Psicóloga
Atende borderline em adolescentes e adultos, em psicoterapia clínica.
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PsicologiaDra. Maria Rosa Bazan
Psicóloga
Atende borderline em adultos.
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PsicologiaDr. Ricardo Ferreira
Psicólogo · neuropsicologia
Atende borderline em adultos quando há queixa cognitiva associada, com avaliação cognitiva.
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Depoimento · paciente em acompanhamento
Une o profundo conhecimento técnico com o atendimento cuidadoso e humanizado.
05 · Perguntas comuns
Cinco perguntas que escutamos toda semana.
Sim. Por videochamada, com a mesma duração da consulta presencial. A receita é digital e aceita pelas farmácias do Brasil, conforme as regras de telemedicina do CFM.
Estudos de longo prazo mostram que, com tratamento consistente, uma parte significativa dos pacientes deixa de preencher critérios diagnósticos em alguns anos. As relações ficam mais estáveis, a impulsividade reduz, a autoagressão para. A intensidade emocional permanece como característica, não como desorganização. A maioria recupera vida funcional, com vínculos firmes e decisões que ficam.
Bipolar tem ciclos de humor que duram semanas a meses, com fases de mania ou hipomania bem definidas. Borderline tem oscilações em horas ou dias, ligadas a eventos relacionais (uma briga, uma decepção, um abandono percebido). Os dois podem coexistir. A primeira consulta serve para separar o que é o quê.
Depende dos sintomas. A medicação no borderline trata sintomas associados, como ansiedade, depressão, insônia ou impulsividade marcada. Não existe remédio que trate o quadro em si. A psicoterapia é o pilar central, e a medicação entra como apoio quando indicada.
Pelo padrão de oscilação no vínculo. O paciente pode idealizar o profissional em uma sessão e desistir do tratamento na seguinte. Muitos profissionais, sem preparo, encerram o atendimento por essa razão. O Instituto trabalha com regra interna explícita de manter o vínculo terapêutico mesmo nos dias difíceis. A continuidade faz parte do tratamento.
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Equipe que fica, mesmo nos dias difíceis.
WhatsApp ou telefone, a escolha é sua. Presencial em São Caetano do Sul ou online para qualquer cidade do Brasil. Atendimento particular, com recibo para reembolso pelo plano de saúde.
